Existe uma estatística que está disponível na web faz
uns meses, e mostra que nos Estados Unidos são feitas mais de
1,5 milhão deste tipo de cirurgia por ano. No Reino Unido em particular só
na Inglaterra já foram feitas 1,2 milhões. A questão é que o Brasil também está crescendo no numero de cirurgias intimas realizada,
aproximadamente uns 50 % a mais que nos anos anteriores.
Problema principal
Segundo a grande maioria dos ginecologistas o grande
problema é que este tipo de cirurgia é muito delicado. A vagina tem tantas terminações
nervosas como cabelos na cabeça de uma pessoa que não corta o
cabelo há 6 meses. Então se o médico mexer onde não deve o que deveria melhorar
pode piorar consideravelmente, tanto em aspecto como na funcionalidade, sem contar que pode causar muita dor e desconforto.
Moda
A moda segue um padrão, seja em cor, em tamanho e
forma etc. A questão é que neste tipo de cirurgia intima não existe umpadrão definido. Como diz a palavra à vagina
é a parte mais íntima da mulher, não está exposta, então fica difícil para
conhecer qual é o padrão. De todas as formas existem algumas características
que são comuns. Nos Estados Unidos as maiorias das mulheres que fizeram a cirurgia
íntima solicitaram uma vagina pequena e cor-de-rosa. Já no Brasil a maioria
pediu uma vagina grande, com lábios de 1,5 cm, e tom de pele que combine com a
cor da mão.
Mas como mencionamos antes, não existe um padrão
definido. Um jornal britânico especializado em Ginecologia e obstetrícia, diz
que os tamanhos dos lábios vaginas e a forma da vagina variam tanto quando as
semelhanças entre as pessoas.
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